Rockem Diem!!!
Um movimento é sempre um caminhar em direcção a um objectivo inevitável, urgente, inédito. O Movimento Alternativo Rock (MAR) é o perseguir do ideal de cantar o Português, de articular todas as sílabas lusas de uma só vez. É feito de ideias, poesia, da nossa língua, da vontade de muita gente. Muita gente e diferente, que um dia decidiu criar música e assinalou, com um definido X no peito, a cruz de cantar numa língua que, por bela mas algo adormecida, merece toda a atenção de quem a quer exaltar, em toda a justiça de ser ouvida nas suas notas mais altas.
O Movimento Alternativo Rock é pela e para a multidão que escolheu caminhar a linha da criatividade, em bando ou a solo, debitando os alecrins, cravos e jasmins que germinam e teimam em não ficar só dentro de nós. Não é agencia, promotora ou editora… é um movimento de gente, um bando de bandas que travaram amizade e que pisam o alcatrão da estrada e a madeira do palco juntos.
No MAR se juntam as subtilezas de quem olha em seu redor. Registam-se sons das ruas de Esposende, de Lisboa, de Mação, do Bairro alto, da Moita, do Algarve, de Santarém e do interior urbano ou campestre de cada cabeça e coração.
É simbólico também de que algo mudou, que não se quer nem letargia nem bolores de estagnação. É um símbolo vivo de que as mentalidades de uma geração e das que se avizinham estão conscientes do legado que receberam das que passaram e que chegou a hora, o momento, a decisão de se pôr em movimento.
E acima de tudo, irão fazê-lo a cantar... Em português!
quarta-feira, 23 de Dezembro de 2009
Um Natal com Gain no máximo, reverb de alegria a rebentar, e 2010 palcos para assombrar!!!
Rockem Diem!!!
sábado, 12 de Dezembro de 2009
Sopro no canal do mar
quarta-feira, 9 de Dezembro de 2009
NOVO SINGLE MATILHA - "fica mais um pouco"


nota: de louvar mais uma vez a iniciativa de apoio aos animais abandonados nas instituições, garantindo agora um destaque na contracapa do single, de modo a reforçar a mensagem e a demonstrar o comprometimento da banda com a iniciativa.
segunda-feira, 30 de Novembro de 2009
Concertos MAR ao vivo - emissões on line - NOVO!!!!!



Sinopse da emissão:

sexta-feira, 27 de Novembro de 2009
quinta-feira, 26 de Novembro de 2009
o novo associativismo, repensar tácticas de promoção e outras considerações - parte I
O associativismo, e acima de tudo o associativismo livre e virado para o espírito empreendedor com características culturais é algo que aparenta rarear pelas bandas deste belo país.Disse, aparenta, e é bom que se retenha esta palavra, pois ela é quase o cerne de todo este post.
Pois ao contrário do que o ditado diz que estas iludem ou de que vivemos num mundo delas, é importante frisar que na perspectiva deste humilde fala barato e monologueiro, não há mal nenhum em pensar com brio na capacidade comunicar forte e aparentar gigante uma determinada acção no mundo do espectáculo.
Confusos? É possível. Mas se ponderarem bem e perscrutarem a vossa ideia de espectáculo como artistas e como espectadores, ela é bem mais sonante e marcante na memória que guardam, quando é um espectáculo vivo e cheio de pessoas. Cinquenta por cento do sucesso deste vive da força da presença e da capacidade dos artistas em exorcizarem as energias de uma massa de gente que ali se presta, pela simples presença, para isso mesmo. Alias, não é errado afirmar mesmo que é para isso que elas se deslocaram, para que o artista as faça vibrar e entrar num outro plano da nossa existência, o do tirar os pés do chão. Pois que de chão já nos bastará a eternidade do além.
Esta divisão de tarefas, responsabilidades e direitos num espectáculo trata e sempre se tratou de um elo simbiótico que ambas as partes têm de perceber e cumprir, mas de forma sincera e espontânea… ninguém disse que era fácil.
Trata-se de aparentar aquilo que se prevê como bom e positivo. Estabelecer no fundo uma meta, e largar para trás esta pequenez que sempre assolou o espírito nacional, no medo de arriscar, no receio de não ser bem sucedido, e de insitentemente acreditar que é um jogo de azar onde se lançam dados com toda a imprevisibilidade que lhes é característica, quando no fundo é sim um jogo de sorte, mas mais de trabalho e estratégia e de claros objectivos, taxas de sucesso e margens de manobra. Ou seja, uma tarefa assente numa considerável previsibilidade. Considerável… não disse segura. Mas também já se sabe o que é certo nesta vida não é?
Mas tal como fazer por parecer que algo vai ser mágico e memorável, existem também as aparências negativas. Esta por exemplo que iniciou o texto, o de que parece que nada acontece no nosso país e de que quando acontece não aparenta ser nada de especial ou digno de nos tirar de casa.
Em primeira análise, as culpas não podem recair só sobre os hábitos culturais e quase embrenhados no código genético do público. Este existe, está lá, é crítico e opinativo. Mas em análise mais séria e crítica, a culpa é de todos e a resolução deve partir sempre da parte interessada. E mesmo que cativar não seja tarefa fácil, também não é inatingível nem é o fim do mundo ou algo tão exasperante que nos impeça de insistir e seguir em frente.
No mundo dos fenómenos globais da comunicação que acabaram por produzir um falso sentimento de comunidade, existem determinados mecanismos de promoção, que quanto mais famosos e populares, mais saturados e inteligíveis se tornam ao nível da oferta cultural. Quase o equivalente a uma sala cheia de gente a gritar e onde ninguém se entende e onde já nem se liga sequer ao enorme elefante branco no meio da sala ou ao porco que voa. E chego mesmo a pensar e lanço este – quase sacrílego – comentário para o ar, sobre a possibilidade de repensar os mecanismos modernos com a atitude e maneirismos dos antigos meios de comunicação.
O flyer entregue em mão com a frase melga e improvisada, o cartaz colado nas paredes mais inoportunas com a cola esgalhada com água e sabão azul, o telefonema do “vá lá, vá lá” intercalado com insinuações ao estado labrego e letárgico dos amigos. A aposta forte no passa palavra e na noção de privilégio e grupo. Falo de fazer isto mesmo e de encontrar forma de o fazer com igual energia nos meios novos de promoção. Com brio, positivismo, confiança e oferecendo um el dorado, que seguramente se concretizará se aparecer gente. Tudo isto não invalida a responsabilidade da organização se preparar convenientemente para receber as pessoas com detalhe, ao nível de comunicação, serviços, segurança e determinadas comodidades que não se devem nunca descurar.
Sim eu sei, falar é bonito mas ao contrário do que diz o espírito do velho do Restelo, não é difícil fazer. Dá trabalho? Dá! Mas o que raio não dá? Até as básicas funções fisiológicas dão um determinado trabalho e fazemo-las não importa como. Mas ao contrário destas ultimas, a que trato neste post é trabalho de todos, em conjunto.
( continua brevemente em modo delírio )
terça-feira, 24 de Novembro de 2009
SOPRO - LABORATÓRIO DE VERBO E SOM - um conceito MAR

Neste laboratório do verbo e do som, não se trata de géneros definidos, temas cerebrais, ou até mesmo de improvisos espontâneos… é puramente o que surgiu da vontade de fazerem música juntos e passar por nós… como um sopro.
quinta-feira, 19 de Novembro de 2009
alinhamentos... (des)alinhada convergência
É escrito das mais diversas e improvisadas maneiras. Com a caneta que se tem à mão, normalmente com a pior caligrafia possível, num pedaço de papel que se tenha por ali. Normalmente rasurado pelas trocas e reviravoltas que surgem, com a capacidade opinativa da banda que, no fundo, ali estrutura a sua persona.
É com sabor de concretização e ao mesmo tempo anseio e aposta que esse papel se coloca no chão, junto aos pedais, em cima dos amplificadores, ou onde der mais jeito.
É nele também que se identifica a banda como gente de espectáculo, onde se ensaiam e projectam dinâmicas de concerto. Títulos introdutórios, altos e fortes momentos ou cenários mais intimistas intercalados, ou até mesmo para os mais cénicos, uma ordem dramatúrgica.
Mas sejamos sinceros, a primeira improvisação acaba por ser sempre antes do concerto na definição do line up.
A minha parte favorita e a mais caricata são sempre aqueles dois temas que separados do resto por uma linha, apontam as músicas para o encore, ora suplentes na base da descrença do pedido do bis por parte de uma rápida avaliação da plateia pela banda, ou então nas noites mais confiantes, a aposta certa em temas mais queridos para aguardar pelo mágico “ só mais uma”.
Ser músico tem destas coisas, e ainda bem.
segunda-feira, 16 de Novembro de 2009
Concertos no Gasoiil
Uma noite diferente,cheia de bom espírito e boa musica no GASOIIL.
Aproveitem já este sábado...Uma Alternativa

Os Nervo lançam Blogue

Finalmente o blogue dos Nervo ganha vida após um ano ,perdido,esquecido...sem rumo.Mas voltou,com uma nova roupagem,um novo alento e mostrando aquilo que banda faz e sempre em cima do acontecimento.O Blogue dos Nervo foi criado com o intuito de mostrar aquilo que o Myspace não mostra colmatando desta maneira certos handycaps que a pagina continha e contem
Este novo espaço é um local de pesquisa,onde poderão encontrar,a agenda de eventos Nervo,noticias,raridades,onde poderão comentar.È acima de tudo um local a ir sempre que possível...imaginem aquele jornal que vem online todos os dias.Guardem nos favoritos,visitem e divulguem.
quinta-feira, 5 de Novembro de 2009
É já dia 7 que o novo rock nacional inunda Mação - Penhascoso
e já se fala um pouco pela blogosfera. um "súrúrú" corre por aí, a semear antecipação.
http://whosplayingatmyhouse.blogspot.com/2009/11/divulgacao.html
http://circonatureza.blogspot.com/2009/11/apos-varias-edicoes-de-sucesso-do.html
http://www.cultodoimperio.blogspot.com/
http://anapaulamb.blogs.sapo.pt/142264.html

quanto a vocês.... é aparecerem e respirarem rock até não conseguirem mais!
:D



































